A "Fazedora de rios"

O amor como um rio que avança e recua sobre vales verdes imensos, sedentos da sua água, a ameaça constante da seca, a estranha necessidade de imperfeição e - sobretudo - a extrema convicção de que é sempre possível renascer a partir de um leito seco:

«(...) There is no love where there is no obstacle
There is no love where there is no bramble
There is no love on the hacked-away plateau
And there is no love in the unerring

There is no love in the warm true path (...)

So bury me in wood and I will splinter,
Bury me in stone and I will quake,
Bury me in water and I will geyser,
Bury me in fire and I'm gonna phoenix, I'm gonna phoenix»

-- "Say Valley Maker" in A River Ain't Too Much to Love, (smog).

Uma metáfora que me salvou a vida.

13.05.2005                   Comentários 0      

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